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CEGRINASO, 200/ 30 mg , 24 comprimidos

5726369
€ 8.50 $ 9.58 R$ 51.59 £ 7.61

Indicado para o tratamento sintomático da congestão nasal associada a rinossinusite aguda com suspeita de origem viral com cefaleia e/ou febre em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 15 anos.

Tomar 1 comprimido a cada 6 horas, se necessário. No caso de sintomas mais intensos, 2 comprimidos a cada 6 horas, se necessário até dose diária máxima de 6 comprimidos. Não exceder 6 comprimidos/dia. Engolir os comprimidos inteiros sem mastigar com 1 grande copo de água, de preferência às refeições. Duração máxima do tratamento: 4 dias em adultos e 3 dias em adolescentes com idade ≥ 15 anos. O doente deve consultar um médico no caso de os sintomas agravarem.

Contraindicações: 

Contraindicado em doentes com hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer dos excipientes; idade inferior a 15 anos; mulheres durante o terceiro trimestre da gravidez ou a amamentar; com reações de hipersensibilidade prévias em resposta ao ácido acetilsalicílico ou a outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs); antecedentes de hemorragia ou perfuração gastrointestinal relacionada com terapêutica prévia com AINEs; úlcera/hemorragia péptica ativa ou recorrente; hemorragia cerebrovascular ou outras hemorragias; anomalias hematopoiéticas inexplicadas; insuficiência hepática, renal ou cardíaca grave; patologias cardiovasculares graves, doença coronária, taquicardia, hipertiroidismo, diabetes, feocromocitoma; antecedentes de acidente vascular cerebral (AVC) ou presença de fatores de risco para AVC; risco de glaucoma de ângulo fechado e de retenção urinária relacionado com distúrbios da uretra e próstata; antecedentes de enfarte do miocárdio; antecedentes de convulsões; lúpus eritematoso sistémico; utilização concomitante de outros medicamentos vasoconstritores utilizados como descongestionantes nasais e metilfenidato; utilização concomitante de Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAOs) não seletivos ou utilização de IMAOs nas últimas 2 semanas.

Efeitos indesejáveis:

Frequentes: insónia, desconforto gastrointestinal, dispepsia, dor abdominal, náuseas, vómitos, flatulência, diarreia, obstipação, pequena perda de sangue gastrointestinal que pode levar, em casos raros, a anemia, boca seca, náuseas; Pouco frequentes: reações de hipersensibilidade com urticária, prurido e ataques de asma (com descida da pressão arterial), doenças do sistema nervoso central tais como cefaleias, tonturas, insónias, agitação, irritabilidade ou cansaço, perturbações visuais, úlceras gastrointestinais por vezes com hemorragia e/ou perfuração, gastrite, estomatite ulcerosa, exacerbação da colite e doença de Crohn, diversas erupções cutâneas. Raros: inquietação, tremor, acufeno, exacerbação da asma ou reação de hipersensibilidade com broncospasmo, lesões no tecido do rim (necrose papilar) e concentrações elevadas de ácido úrico no sangue. Muito raros: exacerbação de inflamações infeciosas (por ex. fascite necrosante), meningite assética (rigidez no pescoço, cefaleias, náuseas, vómitos, febre ou desorientação em doentes com doenças autoimunes (Lúpus eritematoso sistémico, doença mista do tecido conjuntivo) preexistentes, distúrbios hematopoiéticos (anemia, leucopenia, trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose), reações de hipersensibilidade graves generalizadas, os sinais podem ser edema facial, angioedema, dispneia, taquicardia, descida da pressão arterial, choque anafilático, reações psicóticas, depressão, palpitações, insuficiência cardíaca, enfarte do miocárdio, hipertensão arterial, esofagite, pancreatite, estenose intestinal tipo diafragma, disfunção hepática, lesões hepáticas, particularmente na terapêutica a longo prazo, insuficiência hepática, hepatite aguda, reações bolhosas incluindo Síndroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (síndrome de Lyell), alopecia, infeções cutâneas graves e complicações nos tecidos moles durante uma infeção por varicela, erupção cutânea, prurido, aumento da creatinina sérica, edemas (particularmente em doentes com hipertensão arterial ou insuficiência renal), síndrome nefrótico, nefrite intersticial, insuficiência renal aguda. Desconhecido: agitação, ansiedade, alucinações, comportamento anormal, humor eufórico, nervosismo, cefaleias, AVC hemorrágico, AVC isquémico, convulsões, sonolência, palpitações, taquicardia, dor no peito, arritmia, hipertensão, sede, vómitos, colite isquémica, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS), pustulose exantémica aguda generalizada (PEAG), angioedema, reação cutânea grave incluindo pustulose exantémica aguda generalizada (PEAG), urticária, hiperhidrose, dificuldade na micção, retenção urinária, disúria.

Advertências e Precauções especiais de utilização: 

Evitar a utilização concomitante com outros AINEs. Os efeitos indesejáveis podem ser reduzidos utilizando a dose mínima efetiva durante o menor período de tempo necessário para controlar os sintomas. Consultar um médico caso os sintomas persistam. Advertências especiais relacionadas com o cloridrato de pseudoefedrina: O tratamento deverá ser descontinuado caso os doentes desenvolvam hipertensão, taquicardia, palpitações, arritmias cardíacas, náuseas ou outro sinal neurológico como aparecimento ou agravamento de cefaleias. Doses aumentadas podem produzir toxicidade. A utilização contínua pode levar à tolerância, resultando num risco maior de overdose. Descontinuação rápida pode originar depressão. A toma de pseudoefedrina deverá ser interrompida e solicitado aconselhamento médico, em situações de dor abdominal súbita, sangramento retal ou outros sintomas relacionados com o desenvolvimento de colite isquémica. Reações cutâneas graves tais como pustulose exantémica aguda generalizada (PEAG) podem ocorrer com medicamentos contendo pseudoefedrina. Esta erupção pustular aguda pode ocorrer durante os primeiros 2 dias de tratamento, com febre, e pústulas numerosas, pequenas e maioritariamente não-foliculares, decorrentes de um eritema edematoso generalizado e principalmente localizados nas dobras da pele, tronco e extremidades superiores. Consultar o seu médico no caso de: hipertensão, doença cardíaca, hipertiroidismo, psicose ou diabetes, lúpus eritematoso sistémico e doença mista do tecido conjuntivo, administração concomitante de medicamentos para enxaquecas e vasoconstritores. Evitar a administração concomitante com medicamentos que possam diminuir o limiar convulsivo, tais como derivados terpénicos, clobutinol, substâncias semelhantes à atropina e anestésicos locais, ou se existir um antecedente de convulsões. Doentes com distúrbios a nível da uretra e próstata são mais propensos a desenvolver sintomas como disúria e retenção urinária. Doentes idosos poderão ser mais sensíveis aos efeitos a nível do Sistema Nervoso Central (SNC). Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. O tratamento deve ser interrompido alguns dias antes da cirurgia com utilização de anestésicos halogenados voláteis. Os atletas devem ser informados que o tratamento com cloridrato de pseudoefedrina poderá levar a resultados positivos nos testes de dopagem. A pseudoefedrina tem o potencial de reduzir a captação de iobenguano i-131 em tumores neuroendócrinos, interferindo assim com a cintigrafia. Advertências especiais relacionadas com o ibuprofeno: O broncospasmo pode ser desencadeado em doentes que sofram ou que tenham antecedentes de asma brônquica ou doença alérgica. Em casos de asma, o medicamento não deverá ser tomado sem consulta prévia com um médico. Ibuprofeno pode causar reações alérgicas graves, especialmente em doentes alérgicos ao ácido acetilsalicílico. Doentes com asma associada a rinite crónica, sinusite crónica e/ou polipose nasal têm um maior risco de ocorrência de reações alérgicas aquando da toma de ácido acetilsalicílico e/ou AINEs. A utilização prolongada de qualquer tipo de analgésicos para as cefaleias pode piorá-las. Os doentes devem consultar o seu médico no caso de distúrbios na coagulação do sangue. Têm sido reportados casos de hemorragia, ulceração ou perfuração gastrointestinal, que podem ser fatais, com todos os AINEs em qualquer momento do tratamento, com ou sem sintomas de aviso ou antecedentes de eventos gastrointestinais. Doentes com antecedentes de úlcera e idosos devem iniciar o tratamento com a menor dose disponível e deve ser considerada a associação da terapêutica com medicamentos protetores. Recomenda-se precaução especial em doentes a tomar concomitantemente medicamentos que possam aumentar o risco de ulceração ou hemorragia, como os corticosteroides orais, anticoagulantes como a varfarina, inibidores da recaptação de serotonina ou antiagregantes plaquetários como o ácido acetilsalicílico. O tratamento com Cegrinaso deverá ser interrompido imediatamente caso ocorra hemorragia ou ulceração gastrointestinal. Os AINEs devem ser utilizados com precaução em doentes com antecedentes de doenças gastrointestinais (colite ulcerosa, doença de Crohn, úlcera péptica, hérnia do hiato ou hemorragia gastrointestinal) uma vez que a sua condição poderá ser exacerbada. Os efeitos indesejáveis poderão ser aumentados com a utilização concomitante com o álcool. Doses elevadas de ibuprofeno podem estar associadas a um pequeno aumento do risco de acontecimentos trombóticos arteriais. Têm sido reportados muito raramente casos de reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite exfoliativa, eritema multiforme, Pustulose Exantémica Aguda Generalizada (PEAG), Síndrome de Stevens-Johnson, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS) e necrólise epidérmica tóxica associadas ao uso de AINEs. Os doentes parecem estar em maior risco para estas reações no início da terapêutica: o início da reação ocorre, na maioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. O tratamento deve ser interrompido ao primeiro sinal de erupção cutânea, lesões mucosas ou outro sinal de hipersensibilidade. Não é necessário um ajuste posológico em idosos. É necessário a monitorização cuidada da saída de urina e função renal, em fases iniciais do tratamento em doentes com insuficiência cardíaca, doentes com compromisso renal ou hepático crónico, doentes a tomar diuréticos, doentes que são hipovolémicos como resultado de cirurgia major, e, em particular, em doentes idosos. Existe o risco de compromisso renal em adolescentes desidratados.

200 mg de ibuprofeno e 30 mg de cloridrato por comprimido

Excipientes:Celulose microcristalina, Hidrogenofosfato de cálcio anidro, Croscarmelose de sódio, Amido de milho, Sílica coloidal anidra, Estearato de magnésio, Hipromelose, Macrogol 400, Talco, Dióxido de titânio (E171), Óxido de ferro amarelo (E172).
 

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